Agora estou selecionando ideias para os adereços e a cenografia. O próximo passo é conseguir voluntários que me ajudem a deixar tudo maravilhoso!!!
Para essa seleção, contei com a preciosa ajuda de Maria Clara Pinheiro da Silva!
Quando o pai ou a mãe não pagam a pensão ou pagam menos do que poderiam/deveriam pagar, é essa qualidade de vida que está sendo comprometida. Não há desculpas para isso. É comum ouvir essas pessoas dizendo que se aborrecem porque o ou a ex cônjuge estaria se apropriando da pensão. Esse tipo de argumento pode estar mascarando uma triste verdade: o amor pelo dinheiro é maior do que pelo compromisso com a proteção dos filhos. Se essa pessoa que está sendo acusada de apropriação indevida não existisse e o acusador tivesse que oferecer aos seus filhos tudo o que eles têm, o valor gasto seria maior ou menor do que a pensão? Há quem afirma que não se importaria de pagar mais desde que ficassem com a criança. Na era da guarda compartilhada esse argumento não faz o menor sentido. Cabe aos dois genitores vivenciar com a criança o maior tempo possível e a pensão não é medida pelo tempo passado junto com o filho, mas pelo binômio possibilidade e necessidade: quem pode mais paga mais em prol das necessidades dos filhos.
Por aqui as coisas andam bem. vindo à BH não deixa de avisar, gostaria muito de ve-la e conhecer sua família.
Grande abraço, do sempre amigo,
Geraldo Lacerda