sexta-feira, 8 de maio de 2009

Você quer aprender mais sobre as células?



Se você precisa estudar citologia, mas não anotou as preciosas informações dadas em sala ou fez isso, mas quer aprofundar seus estudos, poderá clicar aqui e revisar toda a matéria.

Nessa apresentação, gentilmente compartilhada por um profissional anônimo, você conhecerá um pouco da história da citologia, verá os tipos de microscópios mais usados, aprenderá sobre as funções das estruturas celulares, descobrirá as diferenças entre as células eucariotas e procariotas e identificará as principais características que diferenciam as células animais e vegetais.

É claro que se você prestou atenção na aula, cada slide fará sentido, mas se nem isso conseguiu fazer, é melhor se debruçar sobre um bom livro. Assim, essa apresentação passará a ser significativa e na hora da prova você não ficará com aquela cara de "socorro, me ajudem!". Se precisar de uma força, estou aqui. Bons estudos!

domingo, 3 de maio de 2009

AmamentAÇÃO

No dia 29 de novembro de 2005, quando minha filha tinha pouco mais de um mês de vida tentei escrever o que eu sentia ao amamentá-la. Recentemente encontrei o caderno onde esse relato estava e desejei partilhá-lo com vocês:

Sensação de chuva fina caindo pelo corpo, enquanto as gotas brancas começam a pingar lentamente.
Você, Luisa, percebe e chora para avisar que já está na hora.
Te busco com carinho e beijo docemente a sua barriguinha.
Você sente o meu cheiro e já se acalma.
Pluga no meu peito vorazmente como se o mundo fosse acabar.
E acaba mesmo, porque naquele momento só você me interessa.
Componho canções só para você.
Seu cabelo fino e farto, sempre espetado, desliza nos meus dedos.
Sua orelhinha peluda é a coisa mais linda de se ver.
Os olhos cor de chumbo me encantam.
O nariz achatado é um charme.
Seu corpo coladinho na minha barriga que insiste em permanecer grande como quando te guardava.
Sua boquinha não para. Enquanto isso sua mão desliza no meu peito ou faz malabarismos no ar.
Suas perninhas roliças cruzam-se para avisar que não há pressa.
Enquanto suga, você se expressa com o olhar e com sons.
É tão bom que você não quer que acabe!
Por isso permanece horas e horas e horas....
Até que as minhas forças desaparecem e os mamilos ardem.
Dói, mas é muito bom!

sábado, 2 de maio de 2009

É um lembrete para ser "lembrado"...

'A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo,

a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'

Mário Quintana

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Estágios que arejam a mente

Costumo incentivar os meus alunos a cavar oportunidades de estágio, de preferência, assim que entrarem para a faculdade. Eu comecei um pouco antes porque fiz um curso técnico no ensino médio e uma das obrigações do curso era cumprir horas de estágio. Ao buscar um lugar para as primeiras experiências profissionais, fui selecionada para fazer parte do grupo de estagiários da Fundação Ezequiel Dias, no laboratório de biomédicas. Aquele universo para mim era mágico e me impressionava a diversidade de estilos de cientistas do laboratório: desejei ser um deles e foi lá que decidi fazer biologia e comecei a gostar dessa história de estágio.

Claro que eu tinha um amparo familiar e muita criatividade para que pudesse sobreviver ganhando apenas a bolsa-pochete. Lembro-me que o valor era exatamente o que eu pagava na escola, mas eu me virava vendendo camisetas, broches e outras bugingangas para os caprichos extras que toda adolescente merece.

Eu já tinha uma profissão quando entrei na faculdade: trabalhava no hospital Belo Horizonte como técnica no laboratório de parasitologia. Foi lá que descobri que o projeto Tamar oferecia vagas para estágios e não pensei duas vezes: pedi demissão no laboratório e embarquei nas férias para Povoação, E.S. Esse foi o estágio mais escravo da minha vida. Naquela época, o TAMAR não custeava absolutamente nada para seus estagiários: um absurdo que eu espero que tenha mudado. Até as refeições dos estagiários haviam sido cortadas pouco antes do meu estágio começar. Tenho uma foto linda de uma canoa repleta de frutas: presentes dos pescadores locais que sabiam do perrengue que os estagiários do Tamar encaravam, pelo amor às tartarugas. No Tamar, aprendi muito com um pescador carebeiro que era o vigia da base onde eu fiquei. Aprendi muito também com a moça que trabalhava na base e descobri que a grande sacada do projeto foi envolver a comunidade local. Com tantas descobertas, valeu a ralação: abrir milhares de ovos gorados, pintar inúmeras placas, acordar de madrugada para medir a temperatura dos ninhos e levar as tartaruguinhas para o mar: tarefa predileta não fosse o medo de estar sozinha em uma praia deserta.

Depois fiz um estágio no Instituto René Rachou em BH em um laboratório que criava mosquitos para testar substâncias naturais que pudessem atuar como inseticidas. Terminar o expediente com os braços inchados pelas picadas dos mosquitos não era muito agradável, por isso não tenho as melhores lembranças dessa época. Exceto as imagens de uma bióloga chamada Esther que me ensinava pacientemente a trabalhar com o método científico: incentivando para que eu tivesse o máximo de atenção, procurando adotar critérios rígidos e elaborar relatórios bem escritos e claros.

Outro local onde eu recebi uma atenção vip, embora fosse mera estagiária, foi o Parque Estadual do Rio Doce. Lá o administrador me disse que eu poderia escolher o que eu gostaria de fazer. Optei por seguir os alunos do curso de mestrado em Ecologia da UFMG que estavam usando o parque para coleta de dados em campo. Pude ver de perto como atuam profissionais que pesquisam animais silvestres como onça e barbado e acompanhar o trabalho de um grupo de limnólogos. Depois pude acompanhar o trabalho administrativo. A única exigência desse estágio foi a elaboração de um relatório no final do estágio: nem precisa dizer o quanto me empenhei nessa tarefa. Adoraria reler esse documento para lembrar de detalhes desse estágio, que certamente foi o melhor de todos.

Vida de estagiario não é mole. Algumas iniciativas contemporâneas buscam aliviar um pouco do sofrimento desses profissionais e pode ser que a galera hoje encontre melhores condições de trabalho. Mas o período de estágio ampliou os horizontes profissionais: a biologia não seria a mesma sem aquela ralação. É por isso que defendo que meus alunos experimentem e torço para que encontrem orientadores competentes e solidários.

Notícias novas e velhas

Estou exausta e por isso andei sumida do blog – ainda bem que a gente não se muda todos os dias, se bem que nos últimos três meses nos mudamos quatro vezes. Mas essa é uma longa história que eu não quero contar no momento. O melhor do colocar a vida dentro de algumas caixas é poder dar um sumiço nos excessos. Isso é inevitável pq quando mexidas, as tralhas se expandem e tomam proporções medonhas. Então o jeito é abrir mão de algumas das muitas coisas absolutamente desnecessárias que insistimos em adquirir.
Numa frenética tentativa de colocar as coisas no lugar, me deparei com lembranças incríveis. Uma delas foi um envelope surrado que guardava um diário de bordo e um saquinho com inúmeros papeis. A coleção de contatos foi organizada pela minha querida amiga Marcinéia que me acompanhou na maior aventura da minha vida: uma viagem de carona ao nordeste. O diário de bordo deveria servir para escrever um roteiro para um filme, que nunca existiu como milhares de boas idéias que nunca saem do papel. Felizmente esse espaço existe para que parte das idéias permaneçam na nuvem: quem sabe?
Nossa aventura começou em Guarapari, onde o namorado da Mar tinha um apartamento, mas depois resolvemos esticar para Porto Seguro e de esticada em esticada, chegamos em Salvador em pleno carnaval. Nessa viagem, que durou um mês, conhecemos lugares e pessoas lindos. Eu estava no último ano da faculdade e hoje celebro ter ousado partir, sem grana - só alguns vales-refeição e algumas bolsas que nós mesmo fizemos para vender na praia.
Ao reencontrar o saquinho com os registros dos amigos que fizemos nessa incrível trajetória, pude lembrar de amizades plenas que duraram poucas horas, ou nem isso. A maioria dessas pessoas me contou a vida enquanto nos conduzia pela estrada. Uma das histórias inesquecíveis foi a de um jovem que estava vindo de Trancoso em direção à Salvador onde encontraria sua noiva. Ele tinha acabado de se casar, mas a esposa precisou ficar mais um pouco de tempo em Brasília, onde moravam. Eles combinaram que ele faria a viagem dos sonhos dele: viajar de carro sozinho para o nordeste. Achei tão lindo esse amor que compreende o desejo do outro como algo maior que o modelo convencional de lua de mel. Espero que ao chegar em Salvador esse casal tenha experimentado uma lua de mel ainda mais romântica. Ele falou da noiva com muito orgulho e nos deixou com aquela esperança de um dia experimentar uma relação tão boa. Quando ele nos deixou em Salvador, nos disse que se pudesse nos levaria para a casa dele, mas temia estar abusando da credibilidade da noiva: como ele chegaria com duas mocinhas na casa do sogro?
Quem teve coragem para nos levar para casa foi o então juiz de Conceição da Barra. Foi uma das caronas mais confortáveis do percurso. Não só pelo carro show, mas pela simpatia e pelo acolhimento. Quando chegamos na casa dele conhecemos o filho o promotor de justiça que nos cercaram de atenção. O filho desse juiz ficou muito a fim de nos acompanhar mas não rolou porque iria receber seus convidados para a festa de comemoração de sua aprovação no vestibular.
Nessa viagem tivemos a alegria de encontrar muitas pessoas solidárias. Uma delas foi uma moça vizinha de uma amiga de Salvador que nos recebeu na casa dela quando soube que a minha amiga estava viajando. Sem essa boa alma teríamos passado uma noite na rua, por isso nem precisava que ela nos recebesse tão bem, mas acolhimento de bahiano é dez!
Depois fomos para o apartamento de uma prima da Mar que estava viajando e não se importou de nos oferecer o cantinho dela. Para ver os blocos, também pegavamos carona e conhecemos mais pessoas especiais como o Luis e o Jorge - em dias diferentes, mas que eram amigos de décadas: de certo modo, fomos uma ponte para unir velhos amigos.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Como fazer citações?

Vocês podem encontrar vários resumos sobre esse assunto na Internet. Selecionei um guia bem prático para vocês que desejam escrever artigos ou outro texto acadêmico: http://www.serradecampoconsultoria.com.br/06_06_08/Como%20Fazer%20Citacoes.pdf

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Telefones úteis

Farmácias 24 Horas no Rio de Janeiro - Drogarias abertas 24 horas rj

Alquimia – r. marques de Abrantes, 27 – flamengo - tel.: (0**21) 2265-3444
Apolo – av. N. Sra. de Copacabana, 1.212 – Copacabana - tel.: (0**21) 2265-3444
Boa Saúde – r. silva Cardoso – Bangu - tel.: (0**21) 2401-6263
City Farma Realengo – r. mal. Modestino, 230, lj. E – realengo - tel.: (0**21) 3332-4090
Leme – av. prado jr., 237 – Copacabana - tel.: (0**21) 2275-3847
Drogapax - estr. do galeão, 1.401, lj. B – ilha do governador - tel.: (0**21) 3393-1033
Drogaria Pacheco – av. N. Sra. de Copacabana, 534 – Copacabana - tel.: (0**21) 2548-1525

Drogaria Pacheco
CATETE
LARGO DO MACHADO, 29 LJ. C
Entre as Ruas Ministro Tavares Lira e Rua do Catete.
(21) 2205-8572 / (21) 2265-6245

CATETE
RUA DO CATETE, 248
Entre a Rua Dois de Dezembro e Rua Corrêa Dutra.
(21) 2205-8912 / (21) 2205-1341 / (21) 2225-7028
Estacionamento: 1 VAGA

CATETE
RUA DO CATETE, 250
Entre as Ruas Dois de Dezembro e Corrêa Dutra.
(21) 2265-8270 / (21) 2285-5289
Estacionamento: 1 VAGA

CATETE
RUA DO CATETE, 300
Esquina com o Largo do Machado.
(21) 2245-8104 / (21) 2265-6197 / (21) 2245-8899
Estacionamento: 1 VAGA

Drogasmil – r. monsenhor Felix, 504 – iraja - tel.: (0**21) 2482-3341
Farma Hall – r. humaitá, 95 – Humaitá - tel.: (0**21) 2266-6060/ 2539-5000
Farma Life – av. das américas, 1.155, lj. C – barra da tijuca - tel.: (0**21) 2494-7642
Farmais – r. cel. Moreira césar, 400, ljs. 205/206 – pavuna - tel.: (0**21) 3339-1636
Farmais – av. dom helder câmara, 8.701 – piedade - tel.: (0**21) 2594-9960
Mackenzie – r. dias da cruz, 616 – méier - tel.: (0**21) 2596-0093
Nova Caxias – r. expedicionário Jose amaro, 413 – duque de Caxias – tel.: (0**21) 2771-8220
Padrão – estr. da barra, 1.636, lj. E – barra da tijuca - tel.: (0**21) 2493-1000
Rainha da Abolição – r. da abolição, 383 – abolição - tel.: (0**21) 3899-4667
Rede Bem-Estar – r. dias Ferreira, 618, lj. A – Leblon - tel.: (0**21) 2540-7888
West Farma – estr. do mendonha, 81, lj. A – campo grande - tel.: (0**21) 2416-1081

Chaveiros 24 Horas
Alfabeto da Barra – av. das américas, 7.000 – barra da tijuca – tel.: (0**21) 3325-8141
Camarg – r. da passagem, 146, lj. 19 – botafogo – tel.: (0**21) 2542-4474
Dia e Noite – r. conde de baependi, 125 – laranjeiras – tel.: (0**21) 2225-4253
Grande Rio – av. Vicente de carvalho, 1.640 – penha – tel.: (0**21) 2485-1833
Max – r. conde de bonfim, 289, lj. F – tijuca – tel.: (0**21) 2284-3391/ 2265-8444
Rápido – r. artur bernardes, 3 – catete – tells.: (0**21) 2265-6453/ 2265-8444
Rev Trancas – av. Bras de pina, 595, lj. B – penha circular – tel.: (0**21) 2270-7439
30 Horas – r. correia Dutra, 84 – catete – tel.: (0**21) 2225-1271

Guinchos e Reboques - socorro de Autos
Águia auto socorro – r. lima barros, 54 A – são cristóvão - tel.: (0**21) 2580-9606
Auto Socorro Joka – r. goiás, 288 – piedade - tel.: (0**21) 2594-8686
Auto Socorro Marreta – r. são clemente, 185 – botafogo - tel.: (0**21) 2538-9128
Auto Socorro Santos – r. haddock lobo, 409, lj. 5 – tijuca - tel.: (0**21) 2568-9031
Auto Socorro Tele Ponto – r. são clemente, 5 – botafogo - tel.: (0**21) 2527-6703
Gafanhoto – trav. Antonio galiazzi, 10, casa 5 – rio comprido - tel.: (0**21) 2273-2191
Russo – av. Brasil, 5.612 – Bonsucesso - tel.: (0**21) 2590-4779
Thezauto – av. brás de pina, 1.385 – vila da penha - tel.: (0**21) 3391-2865