Cristino Ricardo (Violão)
Victor ( cavaquinho)
Márcio (surdo)
Paulinho (pandeiro)
Moadyr (tamborim e vocal)
Graça e Maria da Luz (vocal)
Optei pela vida, mas você pode ver essa cena quando quiser, basta vir para a Lapa ou clicar aqui. Ao passar pelo prédio, você irá se deparar com muito lixo acumulado, mau cheiro e esgoto acumulado no local que um dia deve ter sido um jardim. A cena que vocês verão certamente irá remeter à essa capa da Revista Ilustrada de 1893.
Por aqui as coisas andam bem. vindo à BH não deixa de avisar, gostaria muito de ve-la e conhecer sua família.
Grande abraço, do sempre amigo,
Geraldo Lacerda

Muitas vezes, a criança chora e nem sabe por quê. A mãe deve nomear a situação para ela, ajudá-la a entender o que houve. Quando a mãe está nervosa ou ocupada, e o filho chega choroso, ela pode se irritar, agir com agressividade. Isso é ruim para a criança. Se ela tiver mais de 10 anos, dá para dizer “agora não, daqui a pouco a gente resolve”. Mas, se é pequena, não entende. Uma saída é distraí-la, chamá-la para ajudar em alguma tarefa. Mas, se a dor for grande, isso não ajudará. E a mãe deve ter paciência. Nessa hora, querer que ela pare de chorar rápido pode ser prejudicial. A criança deve ter tempo para curtir a dor. Aí a mãe ajuda mais simplesmente ficando por perto. A criança não tem estrutura para lidar com a frustração. Ela precisa da ajuda da mãe. Por isso, não é bom gritar e se irritar. E bater, claro, não é solução. Não tem sentido nem necessidade.”